domingo, 10 de abril de 2011

Como editar vídeos no YouTube

Além dos vídeos, é possível incluir uma trilha sonora. Vale lembrar que ao adicionar uma trilha sonora ao clipe, o áudio original é apagado. Algumas trilhas da galeria de áudio do YouTube possuem direitos autorais de empresas parceiras e, conforme a faixa selecionada, o vídeo pode ser bloqueado para visualização em alguns países.

Edição

Ao abrir o editor, são mostradas miniaturas dos clipes do usuário na aba "Meus vídeos". O internauta pode iniciar a edição com os recortes dos clipes e, ao concluir a edição, a ferramenta reunirá as diferentes partes para formar um novo vídeo. Para retirar um clipe da edição, clique sobre o botão fechar representado pelo "x".

Clique sobre uma miniatura do painel e arraste até a linha do tempo. Ao se passar o cursor sobre uma miniatura, aparece um botão com a imagem de uma tesoura. Clique sobre o botão e será aberta uma janela em que deve ser selecionada a parte que será usada. Mova as barras verticais até o momento do início e fim do corte. Ao definir a minutagem, clique no botão "Save".

Reprodução
Edição: processo é simples e intuitivo
Edição: processo é simples e intuitivo

A parte do clipe selecionada é mostrada na linha do tempo, abaixo do painel de miniaturas. Lembre-se que há uma limitação de seis partes para fazer um novo vídeo.

O tempo de cada parte editada é mostrado em cada uma das miniaturas da linha do tempo. Se as edições somarem mais de quinze minutos de duração, limite para um vídeo do YouTube, uma mensagem será mostrada no topo do editor dizendo "Duração muito longa. Remova ou encurte um clipe".

Uma mesma parte do vídeo pode ser editada mais de uma vez. Para alterar a duração de uma parte já editada, clique sobre a miniatura que está na linha do tempo e mova as barras verticais novamente.

Há duas setas em cada barra, que servem para avançar ou voltar um quadro do vídeo. Estas setas permitem selecionar com precisão o início ou término do vídeo. Para alterar a ordem das partes editadas e a sequência que será registrada no novo vídeo, clique e arraste as miniaturas na linha do tempo da edição.

Trilha sonora

Selecione a aba "Áudio" para adicionar uma trilha sonora ao novo clipe. O YouTube não permite escolher uma música armazenada no computador, somente as disponíveis no catálogo do site. É possível ouvir as trilhas ao passar o mouse sobre o nome e pressionar o botão "play".

Reprodução
Áudio: YouTube fornece músicas para trilha sonora
Áudio: YouTube fornece músicas para trilha sonora

A procura de uma trilha é feita por nome do artista, estilo musical ou palavra chave. Para incluir a música ao vídeo, clique sobre o símbolo "+" ao lado do nome da trilha ou arraste e solte para a linha do tempo. O espaço reservado para a trilha sonora está abaixo da linha do tempo dos clipes.

Publicação

Depois de editar os clipes e selecionar a trilha sonora, nomeie o novo vídeo. Há um espaço com a frase “Título do novo clipe”. Clique sobre a barra e escreva um novo título. Clique sobre o botão “play” do reprodutor para assistir ao vídeo pela última vez antes de publicá-lo e verifique se está tudo conforme o planejado.

Ao se clicar sobre o botão "Publicar", o vídeo será processado e em alguns minutos aparecerá na página "Meus vídeos". O internauta é direcionado para uma página em que pode definir alguns itens, como descrição do vídeo, categoria, nível de privacidade e incluir o vídeo em um mapa.


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UOL ensina: 5 dicas para você não ser vítima de golpes por email




Links anexos, arquivos que devem ser baixados e outra miríade de artifícios fazem parte do arsenal de cibercriminosos.

A técnica de tentar infectar uma máquina com base em emails contendo arquivos anexos ou tentando se passar por outra pessoa é quase milenar. Ainda assim, e possivelmente por força de sua permanência no meio digital, essas técnicas foram refinadas e passam a representar um perigo maior do que o de anos passados.

Segundo o departamento para emergências de informática dos EUA (US-Cert), os emails do tipo phishing foram responsáveis por 53% dos incidentes de segurança na América do Norte, em 2010.

Ocorre que os ataques via email da atualidade são feitos sob medida para atingir um determinado usuário dentro de uma organização específica. Depois da recente invasão e do furto de dados de clientes ocorrido nos servidores da Epsilon, especialistas sugerem a clientes de bancos que se preparem para uma onda de ataques baseadas nas informações obtidas no ataque.

Os dias em que phishers (quem envia os emails falsos) mandavam uma centena de emails iguais para várias caixas de entrada e com mensagens sem o mínimo de personalização ou lotadas de erros de grafia são – quase – página virada na história. Os criminosos digitais perceberam que com um pouco mais de trabalho e levantamento de informações sobre a vítima, é possível armar esquemas que passam confiança aos olhos do usuário menos experiente. Afinal de contas, infectar uma máquina é suficiente para comprometer a segurança de toda a rede corporativa.


“Vemos cada vez mais cenários em que dois ou três emails são enviados contendo arquivos maliciosos”, avisa Jim Hansen, da empresa de segurança digital PhishMe.

Com o objetivo de oferecer aos usuários uma forma de se defenderam desse tipo de ataque, a PhishMe desenvolveu um treinamento que visa mudar o comportamento das pessoas em casos de eventuais ataques via phishing email.

Veja quais são as dicas:

Ceticismo é bom
Tenha sempre prontas as perguntas: de quem veio esse email? “Casos seja alguém desconhecido, as chances de ser uma mensagem absolutamente inútil/maléfica são grandes”, adverte Hansen. Sempre vale a pena investigar o domínio de envio do email no Google antes de prosseguir na abertura da mensagem. O domínio é toda a parte que fica do lado direito da @. Exemplo: atendimento@dominio22997765.com.br

“Sei que somos, todos nós, pessoas bastante ocupadas, mas não custa prestar atenção na hora de verificar seus emails”, completa.

Com anexos, todo cuidado é pouco
“Se, ao abrir um email, você for orientado a fazer o download de arquivos – sejam estes de qual natureza forem – não o faça”, adverte Hansen. Para ele, na melhor das hipóteses, o usuário receberá uma dúzia de mensagens irrelevantes, poucas horas depois de abrir os anexos. “Já na pior”, continua Hansen, “você estará abrindo o seu computador para um hacker”.

Não interessa se a mensagem for enviada por alguém desconhecido ou alguém que você conheça bem – confirmar com a pessoa o envio, antes de abrir, o anexo, é fundamental.

Ignore instruções – sejam estas quais forem
“Cada vez que uma mensagem instrui um usuário a realizar uma ação, vale a pena dobrar o cuidado com essa mensagem”, diz Hansen. Para o consultor, se uma coisa parece boa demais para ser verdade, é mentira.

“Normalmente, o criminoso apela para uma tática baseada em dois princípios: recompensa ou autoridade”, diz.

Nos golpes em que o hacker tenta se passar por uma autoridade, ele irá tentar persuadir o usuário a tomar alguma medida em nome de um órgão ou departamento de Estado ou da própria empresa. A mensagem pode dizer que seu computador está infectado, e que você deve clicar imediatamente em um link para executar a desinfecção automática do computador. Em outra modalidade, na mesma linha, a mensagem diz ser do RH e pede que você complete um formulário online. Existem, ainda, os casos em que quem envia a mensagem afirma ser de seu banco e que sua conta corrente fora invadida, em seguida irá pedir para o usuário confirmar seus dados, incluindo a senha.

Nos casos em que são oferecidas recompensas, existe uma miríade de golpes. Desde prêmios em dinheiro, a iPads – todas vão requerer que o usuário complete algum formulário obscuro.

“Não dê atenção a essas tentativas”, adverte Hansen.

Verifique o link
Para onde aponta o link da mensagem? “Quase todas as mensagens malintencionadas apresentam um link em que o usuário é persuadido a clicar”, diz Hansen. Apesar de teoricamente esse link apontar para sua conta no Facebook ou sua conta bancária, o destino desse atalho pode ser bem menos relevante que isso.

A maneira mais fácil de descobrir a autenticidade do atalho é encostar com o mouse em cima do link e observar, no rodapé da janela de navegação ou do cliente de email, para onde esse link realmente aponta.

Possivelmente, o atalho exibido mostre um número IP, como 192.168.1.1 – já é um bom indicativo de que você não vai gostar do que se esconde atrás desse atalho.

Ainda: com a popularização de encurtadores de URL como o bit.ly, ficou quase impossível descobrir o real destino do link na mensagem. Existe, porém, uma maneira de verificar o destino do atalho: Copie o link encurtado, que deverá se parecer com bit.ly/ju897897hyt e cole-o na barra de endereços do navegador, adicionando um sinal de adição ao seu final. O resultado final será bit.ly/ju897897hyt+. Ao pressionar enter depois de inserir esse atalho, o usuário é levado até a página do encurtador, onde poderá verificar o destino do link, sem correr qualquer risco. Nessa página, também verá quantas vezes o link foi clicado desde sua criação. Saiba que se for, de fato, um atalho para uma página de banco ou sua página do Facebook, o número de cliques deverá ser zero.

Lembre-se do telefone
Faz tempo que não usa seu telefone para sua finalidade original, não faz? Bem, para muitos de nós, esse método arcaico de comunicação remete aos tempos da inquisição. Mesmo assim, tem sua utilidade nos dias de hoje.

Hansen sugere: “se você desconfia da autenticidade da mensagem e, ainda assim, ela urge que você tome uma atitude, passe a mão no telefone e ligue para a pessoa que – em tese – lhe enviou essa mensagem. Sim, se preferir pode mandar uma mensagem texto pelo telefone”.

(Joan Goodchild)

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sábado, 9 de abril de 2011

Como se tornar um Super Herói no Brasil

Cyclops – do brasileiro Zóideluz


Wolverine – do brasileiro Unhudo


Magneto – do brasileiro Velho das Prata


Matéria retirada do site Não Salvo

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Reviva os anos 80 e 90 e ainda por cima se divirta!


Se você nasceu na década de 80 ou 90 e gosta de games, se liga nas dicas a seguir. Um estúdio polonês, chamado Hipopotam, lançou um site que ajuda os geeks a matar saudades de games do passado. Você se lembra do Donkey Kong Jr? E do Castle Adventure? E The Terminator, então? Estes joguinhos, que foram os avós dos PSP, sumiram com o tempo, mas sobrevivem na tela do seu computador.

Por que não brincar mais um pouquinho? São quase 20 títulos à sua disposição! A navLinkegação do site é meio confusa, mas basta clicar nos ícones aqui, à direita, para o menu se mover.





Clique aqui para acessar o site

Fonte: Olhar Digital

terça-feira, 5 de abril de 2011

GM tem design inspirado em jatos de combate


(Fonte da imagem: Divulgação/General Motors)

A General Motors (GM) aproveitou o Show do Automóvel de Seul, evento que acontece até o dia 10 de abril, para revelar seu mais novo carro conceito. Batizado como Mi-ray, o veículo conta com um design que mistura elementos de veículos antigos da companhia e características saídas diretamente de jatos usados em combate.

Com exterior feito totalmente em fibra de carbon e plástico reforçado, o veículo possui portas estilo tesoura e grade lateral ladeada por lanternas LED responsáveis pela iluminação externa. O design da parte frontal e traseira do veículo é inspirado nos modelos antigos do Corvette, enquanto os spoilers laterais em fibra de carbono são responsáveis pelo controle do fluxo de ar.

O carro também vem equipado com flaps retráteis próximos ao compartimento de gasolina e de seu carregador elétrico. O Mi-ray traz um indicador externo que mostra a quantidade de bateria disponível e a quantidade de tempo necessária para recarga total, uma bela adição para quem pretende aproveitar ao máximo as características do modelo híbrido.

Interior que impressiona

O aspecto que mais surpreende no Mi-ray é o interior, bastante semelhante ao cockpit de um jato usado em combates. Feitos em uma combinação de fibra de carbono, alumínio escovado, couro e tecidos brancos, os assentos possuem um design futurista que envolve totalmente o motorista e o passageiro.


(Fonte da imagem: Divulgação/General Motors)

O painel de controle do veículo usa retroprojetores para enviar informações importantes, as separando em três zonas de interesse. Enquanto na parte central são exibidas informações relativas à performance, a navegação é controlada através das partes laterais do Mi-ray. Para completar, os retrovisores são substituídos por câmeras que enviam suas imagens diretamente para o campo visual do motorista.

Debaixo do capô

O Mi-ray usa um conceito que mistura eletricidade e combustíveis tradicionais para funcionar. Equipado com dois motores elétricos na parte frontal e um motor à gasolina na parte traseira, o veículo dá ao motorista a liberdade de decidir qual deles deve ter prioridade, permitindo assim uma maior economia de energia em ambientes urbanos.


(Fonte da imagem: Divulgação/General Motors)

Segundo a GM, essa decisão faz com que o automóvel seja mais estável, já que o controle de torque pode ser feito em todas as rodas. Para economizar espaço, a companhia optou pela inclusão de uma transmissão de dupla embreagem desenvolvida para grande desempenho em altas velocidades.

Como se trata de um veículo conceito, a GM não divulgou nenhum detalhe de quando modelos semelhantes ao Mi-ray podem chegar ao mercado. Da mesma forma, a companhia não forneceu informações do preço cobrado por um modelo com a tecnologia demonstrada.


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quarta-feira, 30 de março de 2011

Crie personagens feitos de massa de modelar,com a sua cara ou de um amigo


Clay Yourself é um aplicativo gratuito, desenvolvido para uso on-line, onde os usuários podem se divertir fazendo uma divertida escultura de massinha virtual. Este aplicativo permite que o usuário libere o seu quociente criativo, fornecendo uma série de opções e ferramentas para que o resultado de sua criação se torne um personagem divertido! Você não precisa fazer download ou instalar nada no computador: basta imaginar e começar a criar seus modelos de massinha, que ficaram famosos em animações desde o final dos anos 70!

Montando seu bonequinho

No início, você começa com um layout básico de massinha de modelar. Depois, é hora de escolher a cabeça, os olhos, as orelhas, o nariz, a boca e assim por diante. E no final, você se divertirá com um personagem todo feito em massa de modelar, seja uma caricatura sua, de um amigo, ou um personagem completamente novo e inventado no momento!


Clique aqui para acessar o site e divirta-se

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terça-feira, 29 de março de 2011

Carros do futuro serão feitos a partir de bananas e abacaxis?


(Fonte da imagem: Flickr de Fernando Stankuns)

O Professor Doutor Alcides Lopes Leão, da Universidade Estadual Paulista (Unesp), apresentou nesta segunda-feira (28 de março) um estudo que promete a fabricação de plásticos mais resistentes e ecológicos em um futuro próximo. A descoberta foi apresentada na Reunião e Exposição Nacional da Sociedade Americana de Química, realizada em Anaheim, na Califórnia.

Usando como base frutas como bananas e abacaxis, os pesquisadores foram capazes de desenvolver uma fibra baseada em nanocelulose que se se mostra muito mais resistente do que os plásticos tradicionais feitos de petróleo. Além de usar matéria prima renovável, o modo de fabricação se mostra mais ecológico quando comparado ao tradicional.

Segundo Leão, os novos plásticos são 30% mais leves que os atuais, com resistência quatro vezes maior, chegando a rivalizar o Kevlar – proteção usada na fabricação de coletes à prova de balas. A nanocelulose também se mostra resistente ao calor, água e gasolina, o que possibilita seu aproveitamento na fabricação de automóveis mais leves e eficientes.

Fabricação em escala experimental

Atualmente, produzir nanocelulose ainda é um processo bastante caro, devido à falta de investimento na área. Por isso, a equipe da Unesp ainda trabalha com pequenas quantidades do material em seu laboratório. A esperança dos pesquisadores é que a indústria automobilística abrace a ideia, o que pode significar uma grande queda no preço de fabricação.

A principal fonte de fabricação da nanocelulose são frutas como o abacaxi, banana e coco, que tem suas cascas e caules colocados em uma espécie de panela de pressão. Como resultado, se obtém um pó biodegradável que, combinado a outros elementos, resultam em um plástico biodegradável extremamente resistente.

O foco atual das pesquisas é a produção de plástico automotivos, mas tudo indica de que o material poderá ser usado no futuro para substituir elementos de alumínio ou aço.


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