quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

10 cuidados ao fazer compras on-line



As reclamações de quem faz compras pela internet não param de crescer. Isso porque o Brasil é hoje o sétimo maior mercado de internet no mundo, com mais de 40 milhões de usuários, segundo estudo 2012 Brazil Digital Future in Focus, da comScore, empresa de pesquisa de mercado digital.
Com tanta gente comprando virtualmente, reforçar os cuidados para que o consumo não dê dor de cabeça nunca é demais, né?! A SHAPE consultou especialistas para elaborar este miniguia e te “blindar” das pegadinhas na rede mundial de computadores.
1) Prefira comprar em lojas conhecidas ou indicadas por amigos, familiares... “Ter calma ao acessar o site, checar as informações de preço e da descrição do produto também ajudam a evitar enganos”, completa a assessora técnica do Procon/SP, Maíra Feltrin Alves.
2) Procure informações sobre a loja virtual em órgãos de defesa do consumidor e em sites de avaliação e comparação de preços. “O Reclame Aqui (www.reclameaqui.com.br) e e-bit Informação (www.ebit.com.br) permite checar todos os tipos de insatisfações e como as empresas que são alvo respondem ou tomam providências”, sugere o CEO da loja virtual Kanui, especializada em artigos esportivos, Marcelo Marques.
3) Ligue na Central de Atendimento para checar se o telefone e o endereço disponíveis no site são reais e pergunte também se existem outros contatos (telefônico, e-mail, atendimento virtual, por exemplo) e até uma filial física. No site e-bit, outro procedimento destacado é observar informações como razão social e CNPJ. Aproveite e confirme esses dados no site www.receita.fazenda.gov.br (no link Onde Encontro). Se o resultado da situação for: 'baixada', 'cancelada' ou 'inativa', desista da compra.
4) Mesmo que tome tempo, leia com atenção a política de privacidade da empresa e informe-se sobre as formas de pagamento disponíveis, o prazo de entrega e a política de troca e devolução de produtos. “Tem que ficar atenta, especialmente se o prazo engloba dias úteis ou corridos, para não se iludir com o prometido pela empresa”, lembra Marcelo. Verifique o valor do frete e despesas adicionais, que podem fazer com que uma compra que parecia vantajosa revele-se um mau negócio.
5) Observe se a loja virtual deixa visível as administradoras ou bandeiras de cartão de crédito e se são conhecidas.
6) Fique de olho ainda se possuem certificados de segurança, como Pague Seguro, Internet Segura, Site Blindado... “E quando for efetuar o cadastro para a compra, verifique se na barra de navegação do computador aparece o https:// - perceba que há um “s” no final que quer dizer “seguro””, indica Maíra.
7) Tome muito cuidado com preços muito abaixo do mercado. “Compare diferentes lojas e não se deixe enganar por ofertas milagrosas. Verificar se o site tem atualizações constantes ajuda a fugir de “loja fantasma” ou sites falsos”, destaca Marcelo.
8) Arquive todos os comprovantes: vale salvar no computador ou imprimir. Esse cuidado é para todos os passos da compra, inclusive os e-mails de confirmação, reclamação ou qualquer contato com a empresa virtual.
9) Blinde também o seu computador: baixe e atualize sempre um antivírus. Evite computadores públicos ou compartilhados, como os de lan houses, faculdades, cursos e empresas, ao inserir dados de pagamentos e pessoais.
10) Delete e-mails de procedência duvidosa e resista: não clique em links enviados por e-mails suspeitos. Isso evita que fraudadores instalem programas espiões que roubam senhas e outros dados de seu computador.
Mais ferramentas
O Procon-SP atualiza diariamente um ranking on-line com o nome das 30 empresas que mais geram reclamações ao órgão, citando os índices de solução desses casos e principais irregularidades. O acesso é através do www.procon.sp.gov.br. 
A Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico também tem uma cartilha para orientar sobre os cuidados que devem ser tomados para realizar com qualidade e segurança a compra de produtos e serviços em sites de compras coletivas. O endereço é www.camara-e.net/cartilha.
Materia de Fernanda Iarossi 
Material retirado do site Revista Sharpe

terça-feira, 1 de janeiro de 2013

Feliz 2013


sexta-feira, 23 de novembro de 2012

ORGANIZADORES DO BLACK FRIDAY RECONHECEM MAQUIAGEM DE PREÇOS

Os varejistas participantes voltaram a praticar a chamada "maquiagem de preços" nas ofertas do Black Friday, megaliquidação que acontece amanhã (23/11), no Brasil. (Veja imagem abaixo.) “É um absurdo. É lamentável", afirmou Pedro Eugênio, CEO do Busca Descontos em entrevista aNEGÓCIOS.

Gráficos gerados em buscadores de preços, como o JáCotei e o Baixou, mostram claramente o aumento dos maiores preços. A tática é usada para que a porcentagem de desconto anunciada pelos varejistas pareça maior do que ela realmente é, fazendo com que o consumidor fique mais inclinado a efetuar a compra.

Segundo o executivo, é impossível praticar grandes descontos em alguns produtos como eletrônicos. "Não existem descontos absurdos em preços, principalmente em eletrônicos, até porque não existe essa margem. Hoje, o ganho que o e-commerce tem em um notebook é de pouco mais de 1%, por exemplo", explica.

Ou seja, apesar de os participantes alardearem descontos de até 90%, de acordo com o Busca Descontos, a maioria das promoções oferecem preços de 15% a 30% menores, em média.

As promoções mais vantajosas, com desconto realmente maiores (cerca de 75%) são possíveis em itens de vestuário e calçados. Nesses casos, os lojistas têm uma margem maior no produto e condições diferentes de negociação.

A sugestão de Eugênio para que o consumidor se proteja é que ele observe os preços ofertados e faça uma pesquisa. "Seja na loja física ou na online, independentemente da porcentagem, veja se a compra vale a pena ou não pela média de preços no mercado."

O Procon e especialistas em varejo online deram algumas dicas para se proteger de compras duvidosas (veja reportagem de NEGÓCIOS). Segundo o Busca Descontos, o site criou algumas ferramentas para evitar problemas como este. Uma delas foi um time com a função de verificar se ofertas são ou não maquiadas e tirar do ar o que for “maquiagem” automaticamente. A ideia é evitar novos problemas com o Procon.
Outra é o botão “Denuncie”, por meio do qual o consumidor pode denunciar descontos irreais. Se a denúncia for verdadeira, ela também sairá da página do Black Friday. O selo “Oferta Black Friday” também garante a segurança do consumidor e funciona como indicação dos melhores anúncios. “Uma boa dica é entrar pelo portal do Black Friday e não pelo site dos varejistas.”
As redes sociais podem funcionar como aliadas na hora da compra. A página do Black Friday no Facebook já possui 227 mil seguidores. Lá e no endereço oficial do Twitter é possível acompanhar os principais acontecimentos e ofertas do evento. O agregador Zoom fez parceria com o Facebook e reunirá as promoções do Black Friday.
“Seguir as páginas dedicadas ao Black Friday e seguir amigos que vão participar do dia de promoções são uma boa. Vai rodar muita informação nesses lugares”, afirma Eugênio. Além disso, as redes funcionam ainda como salvaguarda para os clientes. “Sinto que tem sido uma preocupação dos parceiros, eles sabem o tamanho da repercussão que uma reclamação pode ter nas redes.”

Fonte: Época Negócios

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

MSN VAI PARAR DE FUNCIONAR ANO QUE VEM


Como era de se esperar e como muitos imaginaram assim que aMicrosoft anunciou a compra do serviço Skype. O Windows Live Messenger, mais conhecido como MSN deixará de funcionar ano que vem para dar lugar ao serviço Skype.
Tony Bates, presidente da divisão do Skype na Microsoft, anunciou no dia 6 de novembro o seguinte:
“Nós encerraremos as atividades do Messenger em todo mundo no primeiro trimestre de 2013, como exceção da China onde o MSN continuará disponível”.
Usuários do Messenger que também possuem contas no Skype, terão a possibilidade de juntar as duas em uma conta única. Isso vai incorporar as duas listas de amigos e outras informações em um serviço só.
Segundo Bates a Microsoft, vai “se esforçar” para tornar a transição dos usuários a mais tranquila possível.

sexta-feira, 2 de novembro de 2012

Desvendando 5 mitos de tecnologia

Mesmo as pessoas que gostam de tecnologia têm suas dúvidas. Quem nunca ouviu falar de alguns mitos sobre a bateria do notebook ou segurança das redes Wi-Fi? Ou na história de que se desconectar o Pen drive sem removê-lo pode causar danos?

Existem muitas lendas dentro do universo tecnológico que merecem ser desvendadas, veja a seguir uma lista com os 5 mitos mais famosos.

1 – Não remover o USB antes de desconectá-lo do computador pode afetar seu sistema operacional

Todo mundo se tornou bastante cauteloso quando está usando um USB e realmente é preciso certo cuidado, mas não é verdade que todo USB desconectado antes de ser removido da máquina pode causar problemas no sistema operacional. 

Se você desplugar o dispositivo quando ele ainda estiver rodando em seu computador, certamente terá problemas, mas, se a gravação de dados for concluída, e você puxá-lo sem qualquer remoção, dificilmente ocorrerá algum problema. A Microsoft informou ao site PC World que os danos dependem muito do tipo do dispositivo, mas, no geral, desconectar um USB antes de removê-lo não afeta o sistema. Não se sentiu seguro? Faça um teste com o seu USB.

2 – Recarregar o notebook sem ter zerado a energia, acaba com a bateria

De acordo com o Huffington Post, se o seu notebook for antigo e ainda usar uma bateria de níquel cádmio, isto pode acontecer. Este tipo de bateria possui um “efeito memória” e se você recarregá-la repetidamente sem zerar sua energia, a capacidade máxima de armazenamento diminui. 

No entanto, os computadores mais recentes, que usam bateria de íon de lítio, não sofrem com este problema, portanto, não é preciso esperar a bateria zerar para recarregá-la e nem é perigoso deixar a máquina ligada na tomada por muitas horas.

3 – Quanto mais pixels em uma câmera, melhor

O site Cnet explica que o pixel não remete à qualidade da foto, mas ao tamanho que a imagem pode ter sem perder qualidade. Na fotografia digital, um megapixel equivale a um milhão de pixels – pontos que formam uma foto. 

Ou seja, quanto mais pixels, mais você poderá ampliar as fotos sem distorcer a imagem. No entanto, além dos megapixels, a lente e sensores de luz também são essenciais para conseguir uma fotografia boa. Portanto, lembre-se: há mais detalhes para avaliar na hora da compra de uma câmera fotográfica.

4 – Ao aproximar um imã do seu HD, ele poderá ser apagado

A PC Mag explica que apenas ímãs enormes e superpotentes podem apagar os dados salvos no seu HD. Um ímã comum e de menor tamanho, no máximo, apaga conteúdos de um disquete. Enquanto que os demais dispositivos como USB, cartões SD e HDs são imunes.

5 – Redes Wi-Fi protegidas com senha estão livres de hackers

Uma rede pública de Wi-Fi com senha não está necessariamente protegida, segundo o site Life Hacker. Nas redes públicas, como de cafés, lan-houses ou de hotéis, nada impede que uma pessoa com más intenções consiga a senha de acesso e utilize este canal para fazer vítimas. 

A grande questão, de acordo com o site, é que você nunca sabe com quem está dividindo a rede. No Wi-Fi doméstico, mesmo que você saiba para quem está fornecendo a senha de acesso, ainda existem riscos da rede ser invadida. Existem programas que quebram as senhas, independente do nível de segurança implementada, seja WEP, WPA ou WPA2.


domingo, 21 de outubro de 2012

Entenda a diferença entre HDTV e Full HD


HDTV é a sigla em inglês para High-Definition Television ou Televisão de Alta Definição. Existem diferenças em relação à resolução que as imagens produzidas por sinais digitais em HDTV  podem alcançar. Quando falamos na resolução máxima que pode ser exibida em aparelhos HDTV surge então a expressão Full HD (Full High Definition), que significa alta definição total.
Os aparelhos com tecnologia HDTV podem chegar a uma resolução de 720 linhas progressivas (1280×720 p). Já o HDTV com Full HD chega a resoluções maiores: 1080 linhas entrelaçadas (1920×1080 i) ou 1080 linhas progressivas (1920×1080 p).
A letra “i” indica que as linhas são atualizadas alternadamente (primeiro as linhas ímpares e depois as pares), enquanto  a atualização acontece simultaneamente entre as linhas no caso de “p”, que tem uma qualidade de imagem considerada superior quando comparados valores iguais (1920×1080, por exemplo) . Para se ter uma ideia, a TV analógica chega a apenas 480 linhas de resolução.
Então, basta comprar uma televisão HDTV qualquer para ver imagens na definição mais alta?
Não. Para conseguir atingir a resolução máxima, todos os elementos — desde a produção da imagem até a visualização no televisor — devem utilizar tecnologia em Full HD. Portanto, é necessário possuir um televisor que consiga reproduzir o sinal de altíssima definição e, em conjunto ao aparelho, é preciso que a fonte do sinal digital também tenha resolução máxima, além do conteúdo exibido ter sido produzido em Full HD.
Os canais abertos da TV digital, a TV por assinatura com decodificadores digitais, aparelhos de Blu-Ray, HD-DVD ou PlayStation 3 com Blu-Ray já são capazes de reproduzir imagens na resolução máxima.

quinta-feira, 18 de outubro de 2012

Megaupload vai voltar maior, melhor e mais rápido


Kim Dotcom, o fundador do site Megaupload, afirmou ontem (4), em seu perfil pessoal no Twitter, que o site voltará ao ar em breve. Além disso, Kim comemorou a morte do SOPA, do PIPA e do ACTA, projetos de lei que visavam ampliar o controle sobre o tráfego de dados na internet.
“SOPA está morto. PIPA está morto. ACTA está morto. MEGA vai voltar. Maior. Melhor. Mais rápido. Livre de taxas e preparado contra ataques. Evolução!”, comentou Dotcom em sua mensagem. Entretanto, apesar de não informar quando isso de fato vai acontecer, alguns rumores ganharam força na rede, afirmando que o retorno aconteceria no próximo dia 9.


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tecmundo
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