domingo, 13 de janeiro de 2013

MP3jam

MP3jam é um aplicativo com o qual você pode pesquisar e baixar as suas músicas prediletas de maneira simples e rápida.
Este programa conta com um sistema de pesquisa que sugere nomes de canções, álbuns e artistas a partir dos caracteres já digitados no campo de busca, facilitando a vida de quem não sabe exatamente como se escreve o título de uma faixa que esteja nas paradas de sucesso das rádios, por exemplo.
Um dos diferenciais do MP3jam é que ele permite o download de álbuns completos por meio de um único clique. Além disso, o programa possui um player incorporado e está totalmente em português!
Atenção! É válido ressaltar que você deve ter cuidado na hora de baixar músicas da internet para não infringir as leis de direitos autorais dos produtores musicais. Lembre-se: pirataria é crime.

Recheando o seu acervo

O funcionamento do MP3jam é bastante simples. Ao abri-lo, você se depara com um campo de pesquisa. Digite nesse espaço o termo de busca desejado e pressione o botão “Pesquisar” ou a tecla Enter.
Feito isso, o programa deve exibir uma lista com o resultado da pesquisa. Por padrão, as músicas são segmentadas por seus respectivos álbuns. Logo ao lado dos títulos das canções, você conta com dois botões: um para baixar a faixa e outro para executá-la.
Na parte inferior da interface do MP3jam existe um player incorporado, pelo qual é possível pausar e reiniciar as reprodução, avançar ou retroceder a execução e ajustar o volume. Além disso, o aplicativo oferece um link (“Download álbum”) abaixo do nome do disco para que ele seja baixado por completo de uma só vez.

Acompanhando a transferência

Durante todo o processo de download, você é capaz de acompanhar a evolução das transferências através de uma barra informativa exibida ao lado dos botões de comando do player. Ali, são informados a velocidade de download, o total do tamanho dos arquivos e o tempo restante. Você pode pausar ou cancelar essas transferências a qualquer momento.
Após a conclusão desse procedimento, o MP3jam reúne na aba “Downloads” todas as músicas baixadas devidamente separadas por álbum. Aqui, é possível acessar a pasta em que elas foram salvas ou reproduzi-las. Por fim, o aplicativo possui integração com mecanismos que permitem a divulgação de discos ou faixas específicas no Twitter ou no Facebook.


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sábado, 5 de janeiro de 2013

Como manter sua conta do Facebook protegida


O "oversharing" (compartilhar e postar em excesso) tornou-se normal em nosso mundo obcecado com as mídias sociais - principalmente no Facebook, onde a vida parece mais "exposta" do que em outras redes, com inúmeras fotos e informações sendo compartilhadas a cada minuto. Conhecer as configurações de privacidade pode certamente manter seus dados mais seguros, mas uma série de aplicativos e serviços podem ajudar também. À medida que os cibercriminosos melhoram suas táticas, os usuários também precisam aumentar suas precauções.

Para garantir a segurança de sua conta e, consequentemente, das informações pessoais que elas possuem, falhas de julgamento não podem ocorrer. A seguir, veja cinco importantes recomendações para não cair em armadilhas.

Cuidado com o que compartilha
As informações que você deixa visíveis no seu perfil podem parecer inofensivas, mas são ótimas dicas para crackers. Veja, por exemplo, a data de seu aniversário: em muitos casos, alerta Mike Geide, pesquisador de segurança da Zscaler ThereatLabZ, ela é perguntada ao usuário quando é solicitado o reenvio da senha. Deixá-la visível representa, sim, um risco.

O especialista também recomenda ao usuário desabilitar o recurso que permite a ele e seus amigos fazerem check-ins em lugares. Para isso, vá até "Configurações de privacidade" e selecione "Editar" na opção "Como funcionam as marcações". Desligue a última caixa.

A questão, de acordo com Geide, é que crackers utilizam os lugares em que você esteve para formular golpes. Podem, por exemplo, enviar uma mensagem lembrando uma conferência em que você esteve a fim de convencê-lo a clicar em um link malicioso.

Utilize ferramentas que o ajudam a proteger sua conta
Apesar de ser recomendada cautela na utilização de aplicativos, que muitas vezes podem postar informações e spam em seu nome e até invadir perfis, alguns deles ajudam na hora de deixar sua conta mais segura.

Existem dois tipos de apps que podem lhe ajudar: o primeiro pode alertar você e seus amigos sobre mensagens maliciosas, comentários, links e outros truques que são usados para espalhar vírus, phishing e malware. O segundo é projetado para manter o controle sobre seus filhos. Essas ferramentas podem alertá-lo para qualquer comunicação ou conteúdo potencialmente perigoso na página de seu filho no FB.

Crie uma senha forte
Pode parecer que tocamos sempre na mesma tecla, mas é verdade: a maioria dos usuários continua escolhendo senhas fracas para fazer login em sites. 

Em junho deste ano, crackers roubaram cerca de 6,5 milhões de senhas do LinkedIn e as postaram na Internet. Nesse mesmo mês, intrusos comprometeram cerca de 1,5 milhão de senhas do eHarmony explorando uma falha de segurança, e em julho crackers tomaram posse de 450 mil senhas do Yahoo Voice. Dentre as senhas mais comuns utilizadas por esses membros do Yahoo estavam: "123456," "welcome" (bem-vindo), e a mais popular "password" (senha).

Senhas complexas misturando números e caracteres especiais (e não contendo nenhuma semelhança com um nome real ou palavra) aumentam as chances na luta contra os crackers. Uma boa pedida, também, é recorrer a um gerenciador de senhas, como o LastPass. Essas ferramentas podem gerar senhas para você, armazená-las de forma segura e preencher os campos dos sites - inclusive o Facebook - em um clique.

Criptografia SSL
No passado, o Facebook só utilizava o HTTPS - protocolo mais seguro que o tradicional HTTP - na página em que se preenchia nome de usuário e senha. Trata-se de um procedimento semelhantes ao das lojas online. Basta notar que sempre que você acessar sua conta, um pequeno cadeado aparece na extremidade do navegador.

Atualmente, porém, a rede social aplica a criptografia SSL a todas as partes de sua plataforma e, principalmente se você tiver o costume de utilizá-la em computadores públicos, o recurso é bastante útil.

Para ativá-lo, visite as configurações de sua conta e selecione "Segurança" à esquerda. Você verá se a "Navegação segura" está habilitada ou não. Clique em "Editar" para ativá-la.

Saiba, porém, que páginas criptografadas demoram mais para abrir e que alguns aplicativos não a suportam. De qualquer forma, vale a pena pelo menor testar o recurso, já que ele aumenta consideravelmente a proteção sobre seus dados.

Encerre a sessão quando terminar
Quando terminar de usar a rede social, tenha certeza de que você fez o logoff. "Isso serve como precaução contra pragas, como 'likejacking', que acessam contas que estejam abertas do Facebook".

Likejacking é um tipo de clickjacking (roubo de cliques). Ele induz o internauta a clicar e um link que, automaticamente, é compartilhado em sua página na rede, como se o próprio usuário tivesse o curtido. Esse golpe é comum na rede social e, por vezes, é fácil identifica-lo ao perceber que inúmeras pessoas estão curtindo a mesma coisa - um vídeo suspeito, por exemplo.

Caso você se esqueça de sair da sessão em um computador, uma boa solução é fazê-lo remotamente. Vá até a aba "Segurança" novamente e selecione "Sessões Ativas". Você verá em quais máquinas seu perfil está ativo. Clique nas que gostaria de sair.

Fonte: IDG Now!


quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

10 cuidados ao fazer compras on-line



As reclamações de quem faz compras pela internet não param de crescer. Isso porque o Brasil é hoje o sétimo maior mercado de internet no mundo, com mais de 40 milhões de usuários, segundo estudo 2012 Brazil Digital Future in Focus, da comScore, empresa de pesquisa de mercado digital.
Com tanta gente comprando virtualmente, reforçar os cuidados para que o consumo não dê dor de cabeça nunca é demais, né?! A SHAPE consultou especialistas para elaborar este miniguia e te “blindar” das pegadinhas na rede mundial de computadores.
1) Prefira comprar em lojas conhecidas ou indicadas por amigos, familiares... “Ter calma ao acessar o site, checar as informações de preço e da descrição do produto também ajudam a evitar enganos”, completa a assessora técnica do Procon/SP, Maíra Feltrin Alves.
2) Procure informações sobre a loja virtual em órgãos de defesa do consumidor e em sites de avaliação e comparação de preços. “O Reclame Aqui (www.reclameaqui.com.br) e e-bit Informação (www.ebit.com.br) permite checar todos os tipos de insatisfações e como as empresas que são alvo respondem ou tomam providências”, sugere o CEO da loja virtual Kanui, especializada em artigos esportivos, Marcelo Marques.
3) Ligue na Central de Atendimento para checar se o telefone e o endereço disponíveis no site são reais e pergunte também se existem outros contatos (telefônico, e-mail, atendimento virtual, por exemplo) e até uma filial física. No site e-bit, outro procedimento destacado é observar informações como razão social e CNPJ. Aproveite e confirme esses dados no site www.receita.fazenda.gov.br (no link Onde Encontro). Se o resultado da situação for: 'baixada', 'cancelada' ou 'inativa', desista da compra.
4) Mesmo que tome tempo, leia com atenção a política de privacidade da empresa e informe-se sobre as formas de pagamento disponíveis, o prazo de entrega e a política de troca e devolução de produtos. “Tem que ficar atenta, especialmente se o prazo engloba dias úteis ou corridos, para não se iludir com o prometido pela empresa”, lembra Marcelo. Verifique o valor do frete e despesas adicionais, que podem fazer com que uma compra que parecia vantajosa revele-se um mau negócio.
5) Observe se a loja virtual deixa visível as administradoras ou bandeiras de cartão de crédito e se são conhecidas.
6) Fique de olho ainda se possuem certificados de segurança, como Pague Seguro, Internet Segura, Site Blindado... “E quando for efetuar o cadastro para a compra, verifique se na barra de navegação do computador aparece o https:// - perceba que há um “s” no final que quer dizer “seguro””, indica Maíra.
7) Tome muito cuidado com preços muito abaixo do mercado. “Compare diferentes lojas e não se deixe enganar por ofertas milagrosas. Verificar se o site tem atualizações constantes ajuda a fugir de “loja fantasma” ou sites falsos”, destaca Marcelo.
8) Arquive todos os comprovantes: vale salvar no computador ou imprimir. Esse cuidado é para todos os passos da compra, inclusive os e-mails de confirmação, reclamação ou qualquer contato com a empresa virtual.
9) Blinde também o seu computador: baixe e atualize sempre um antivírus. Evite computadores públicos ou compartilhados, como os de lan houses, faculdades, cursos e empresas, ao inserir dados de pagamentos e pessoais.
10) Delete e-mails de procedência duvidosa e resista: não clique em links enviados por e-mails suspeitos. Isso evita que fraudadores instalem programas espiões que roubam senhas e outros dados de seu computador.
Mais ferramentas
O Procon-SP atualiza diariamente um ranking on-line com o nome das 30 empresas que mais geram reclamações ao órgão, citando os índices de solução desses casos e principais irregularidades. O acesso é através do www.procon.sp.gov.br. 
A Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico também tem uma cartilha para orientar sobre os cuidados que devem ser tomados para realizar com qualidade e segurança a compra de produtos e serviços em sites de compras coletivas. O endereço é www.camara-e.net/cartilha.
Materia de Fernanda Iarossi 
Material retirado do site Revista Sharpe

sexta-feira, 23 de novembro de 2012

ORGANIZADORES DO BLACK FRIDAY RECONHECEM MAQUIAGEM DE PREÇOS

Os varejistas participantes voltaram a praticar a chamada "maquiagem de preços" nas ofertas do Black Friday, megaliquidação que acontece amanhã (23/11), no Brasil. (Veja imagem abaixo.) “É um absurdo. É lamentável", afirmou Pedro Eugênio, CEO do Busca Descontos em entrevista aNEGÓCIOS.

Gráficos gerados em buscadores de preços, como o JáCotei e o Baixou, mostram claramente o aumento dos maiores preços. A tática é usada para que a porcentagem de desconto anunciada pelos varejistas pareça maior do que ela realmente é, fazendo com que o consumidor fique mais inclinado a efetuar a compra.

Segundo o executivo, é impossível praticar grandes descontos em alguns produtos como eletrônicos. "Não existem descontos absurdos em preços, principalmente em eletrônicos, até porque não existe essa margem. Hoje, o ganho que o e-commerce tem em um notebook é de pouco mais de 1%, por exemplo", explica.

Ou seja, apesar de os participantes alardearem descontos de até 90%, de acordo com o Busca Descontos, a maioria das promoções oferecem preços de 15% a 30% menores, em média.

As promoções mais vantajosas, com desconto realmente maiores (cerca de 75%) são possíveis em itens de vestuário e calçados. Nesses casos, os lojistas têm uma margem maior no produto e condições diferentes de negociação.

A sugestão de Eugênio para que o consumidor se proteja é que ele observe os preços ofertados e faça uma pesquisa. "Seja na loja física ou na online, independentemente da porcentagem, veja se a compra vale a pena ou não pela média de preços no mercado."

O Procon e especialistas em varejo online deram algumas dicas para se proteger de compras duvidosas (veja reportagem de NEGÓCIOS). Segundo o Busca Descontos, o site criou algumas ferramentas para evitar problemas como este. Uma delas foi um time com a função de verificar se ofertas são ou não maquiadas e tirar do ar o que for “maquiagem” automaticamente. A ideia é evitar novos problemas com o Procon.
Outra é o botão “Denuncie”, por meio do qual o consumidor pode denunciar descontos irreais. Se a denúncia for verdadeira, ela também sairá da página do Black Friday. O selo “Oferta Black Friday” também garante a segurança do consumidor e funciona como indicação dos melhores anúncios. “Uma boa dica é entrar pelo portal do Black Friday e não pelo site dos varejistas.”
As redes sociais podem funcionar como aliadas na hora da compra. A página do Black Friday no Facebook já possui 227 mil seguidores. Lá e no endereço oficial do Twitter é possível acompanhar os principais acontecimentos e ofertas do evento. O agregador Zoom fez parceria com o Facebook e reunirá as promoções do Black Friday.
“Seguir as páginas dedicadas ao Black Friday e seguir amigos que vão participar do dia de promoções são uma boa. Vai rodar muita informação nesses lugares”, afirma Eugênio. Além disso, as redes funcionam ainda como salvaguarda para os clientes. “Sinto que tem sido uma preocupação dos parceiros, eles sabem o tamanho da repercussão que uma reclamação pode ter nas redes.”

Fonte: Época Negócios

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

MSN VAI PARAR DE FUNCIONAR ANO QUE VEM


Como era de se esperar e como muitos imaginaram assim que aMicrosoft anunciou a compra do serviço Skype. O Windows Live Messenger, mais conhecido como MSN deixará de funcionar ano que vem para dar lugar ao serviço Skype.
Tony Bates, presidente da divisão do Skype na Microsoft, anunciou no dia 6 de novembro o seguinte:
“Nós encerraremos as atividades do Messenger em todo mundo no primeiro trimestre de 2013, como exceção da China onde o MSN continuará disponível”.
Usuários do Messenger que também possuem contas no Skype, terão a possibilidade de juntar as duas em uma conta única. Isso vai incorporar as duas listas de amigos e outras informações em um serviço só.
Segundo Bates a Microsoft, vai “se esforçar” para tornar a transição dos usuários a mais tranquila possível.

sexta-feira, 2 de novembro de 2012

Desvendando 5 mitos de tecnologia

Mesmo as pessoas que gostam de tecnologia têm suas dúvidas. Quem nunca ouviu falar de alguns mitos sobre a bateria do notebook ou segurança das redes Wi-Fi? Ou na história de que se desconectar o Pen drive sem removê-lo pode causar danos?

Existem muitas lendas dentro do universo tecnológico que merecem ser desvendadas, veja a seguir uma lista com os 5 mitos mais famosos.

1 – Não remover o USB antes de desconectá-lo do computador pode afetar seu sistema operacional

Todo mundo se tornou bastante cauteloso quando está usando um USB e realmente é preciso certo cuidado, mas não é verdade que todo USB desconectado antes de ser removido da máquina pode causar problemas no sistema operacional. 

Se você desplugar o dispositivo quando ele ainda estiver rodando em seu computador, certamente terá problemas, mas, se a gravação de dados for concluída, e você puxá-lo sem qualquer remoção, dificilmente ocorrerá algum problema. A Microsoft informou ao site PC World que os danos dependem muito do tipo do dispositivo, mas, no geral, desconectar um USB antes de removê-lo não afeta o sistema. Não se sentiu seguro? Faça um teste com o seu USB.

2 – Recarregar o notebook sem ter zerado a energia, acaba com a bateria

De acordo com o Huffington Post, se o seu notebook for antigo e ainda usar uma bateria de níquel cádmio, isto pode acontecer. Este tipo de bateria possui um “efeito memória” e se você recarregá-la repetidamente sem zerar sua energia, a capacidade máxima de armazenamento diminui. 

No entanto, os computadores mais recentes, que usam bateria de íon de lítio, não sofrem com este problema, portanto, não é preciso esperar a bateria zerar para recarregá-la e nem é perigoso deixar a máquina ligada na tomada por muitas horas.

3 – Quanto mais pixels em uma câmera, melhor

O site Cnet explica que o pixel não remete à qualidade da foto, mas ao tamanho que a imagem pode ter sem perder qualidade. Na fotografia digital, um megapixel equivale a um milhão de pixels – pontos que formam uma foto. 

Ou seja, quanto mais pixels, mais você poderá ampliar as fotos sem distorcer a imagem. No entanto, além dos megapixels, a lente e sensores de luz também são essenciais para conseguir uma fotografia boa. Portanto, lembre-se: há mais detalhes para avaliar na hora da compra de uma câmera fotográfica.

4 – Ao aproximar um imã do seu HD, ele poderá ser apagado

A PC Mag explica que apenas ímãs enormes e superpotentes podem apagar os dados salvos no seu HD. Um ímã comum e de menor tamanho, no máximo, apaga conteúdos de um disquete. Enquanto que os demais dispositivos como USB, cartões SD e HDs são imunes.

5 – Redes Wi-Fi protegidas com senha estão livres de hackers

Uma rede pública de Wi-Fi com senha não está necessariamente protegida, segundo o site Life Hacker. Nas redes públicas, como de cafés, lan-houses ou de hotéis, nada impede que uma pessoa com más intenções consiga a senha de acesso e utilize este canal para fazer vítimas. 

A grande questão, de acordo com o site, é que você nunca sabe com quem está dividindo a rede. No Wi-Fi doméstico, mesmo que você saiba para quem está fornecendo a senha de acesso, ainda existem riscos da rede ser invadida. Existem programas que quebram as senhas, independente do nível de segurança implementada, seja WEP, WPA ou WPA2.


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